Ora, com que então, declaro oficialmente despachado o exame de português. E então como correu?, perguntam vocemecês. Não correu mal, mas também não foi uma maravilha de exame... mais ou menos, vá!
O dia decidiu lançar os seus presságios para o exame e são assustadores quando agora relatados. Tudo aponta para que não venha grande coisa, e porquê? Passo a explicar:
- Quando apanhei o autocarro, esqueci-me de sair na paragem do centro da vila porque agora os autocarros já não param na escola. A sorte foi o motorista que, vendo que era estudante, me informou disso mesmo e parou mais à frente de onde era suposto eu sair...
- A caminho da escola começa a chover desalmadamente e molhei um pouco as calças junto às sapatilhas...
- Recebo o enunciado e, além de sair "Felizmente há Luar!", sai Camões. É, esse senhorzinho em vez de aparecer com Os Lusíadas, obra que até aprecio e me safo bem, chega-me lá com um soneto.
Só vos digo, meus amigos... os senhores do IAVE são tão, mas tão ordinários que num dos versos do soneto dizia "Qualquer grande esperança é grande engano" (uma bela indireta para, à boa moda do Porto dizerem, "Estais fud**os!").
Quereis mais presságios sobre aquilo que vai acontecer? Acho que chegam!
Por conclusão, tenho-vos a dizer que a minha esperança de ter nota suficiente para manter a nota à disciplina é, talvez, um grande engano!
Aiiiii Camões, se tu visses aquilo que escrevi no exame, ficarias era cego do outro olho!
O dia decidiu lançar os seus presságios para o exame e são assustadores quando agora relatados. Tudo aponta para que não venha grande coisa, e porquê? Passo a explicar:
- Quando apanhei o autocarro, esqueci-me de sair na paragem do centro da vila porque agora os autocarros já não param na escola. A sorte foi o motorista que, vendo que era estudante, me informou disso mesmo e parou mais à frente de onde era suposto eu sair...
- A caminho da escola começa a chover desalmadamente e molhei um pouco as calças junto às sapatilhas...
- Recebo o enunciado e, além de sair "Felizmente há Luar!", sai Camões. É, esse senhorzinho em vez de aparecer com Os Lusíadas, obra que até aprecio e me safo bem, chega-me lá com um soneto.
Só vos digo, meus amigos... os senhores do IAVE são tão, mas tão ordinários que num dos versos do soneto dizia "Qualquer grande esperança é grande engano" (uma bela indireta para, à boa moda do Porto dizerem, "Estais fud**os!").
Quereis mais presságios sobre aquilo que vai acontecer? Acho que chegam!
Por conclusão, tenho-vos a dizer que a minha esperança de ter nota suficiente para manter a nota à disciplina é, talvez, um grande engano!
Aiiiii Camões, se tu visses aquilo que escrevi no exame, ficarias era cego do outro olho!









