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Cidadã do mundo desconhecido

Hoje rendi-me a uma mala. Em verniz, ainda por cima. Eu que sempre disse que verniz era super delicado de se andar pois aquilo pode estragar-se facilmente. A tinta estala caso o cuidado seja pouco e, logicamente, começa a ficar feia.
Não me lembrei disso ao olhar para uma menina tão linda. Uma mala preta e cinzenta, sabe-se lá como conquistou. Justamente a mim, que sou uma esquisita do pior. Tanto olhei que entrei na loja e comprei. Entrei e logo apontei "é aquela". Uma David Jones Paris. O preço poderia ser um pouco mais baixo, mas tudo bem, o valor desta é o mesmo das últimas duas que tinha comprado. Conformo-me, apenas e só porque sei que esta é de maior qualidade (e vislumbramento, claro) Não me arrependo, pois sei que a mala vai ficar um miminho digno de se ver nos looks.




Link mala: Link 1 (igual a esta, mas minha é preta)
23:08 No comentarios
Tanto que tive que "pacientar" para finalmente comprar uns pincéis para os utilizar na minha maravilha de 130 cores que me deixou apaixonada! Já os comprei, numa lojinha local de cosmética. Saíram-me mais baratos que os 3,99€ que me pediam no Jumbo, por exemplo, por um pincel da Elle.

21:43 No comentarios
Volkswagen Golf. Este é certamente um dos modelos mais marcantes da marca alemã e um carro que eu acho que, a cada remodelação, torna-se cada vez mais interessante. Pequeno, cheio de pormenores, arrojado, é carro masculino e feminino, carro de cidade e de campo, prático e de preço acessível.
Atualmente vai na versão 7, mas eu começarei pela 2, que foi precisamente quando a minha "paixão" por este modelo começou. Tudo se iniciou com os meus três anos e o Golf Branco do meu pai. Vendeu-o e eu, sem saber porquê, marquei aquele momento para sempre. Gostava do carro, sentava-me atrás e tudo parecia uma aventura.
Há carros que marcam e a "Branquinha" do meu pai é um deles.

Além de branco, amo em vermelho. Tem cá uma "pinta" que eu me aficiono desde sempre. Muito sinceramente, acho que um dia comprerei um para o restaurar e tê-lo como uma recordação de um passado bonito.

Mais um modelo que me traz boas memórias. É que isto de ter uma família possuidora de muitos Golf's têm os seus pontos interessantes. O meu tio tinha um destes em verde escuro, que lá de vez em quando me ia buscar à escola primária para me levar até casa da minha avó. Era o Golf verde e o Chipicao que em cima do tablier reluzia como nunca. Oh que belas memórias!

Continua a saga da família. Um igualzinho a este foi o primeiro carro de dois primos meus. Até que  nem tenho episódios caricatos neste modelo, mas acho uma versão que ainda hoje se torna bonita e na moda. Simples, com detalhes que lhe denotam de um verdadeiro VW Golf. 

Pronto, já não tenho familiar com este modelo. Mesmo assim, em relação à versão anterior, achei um grande salto, um salto para melhor. Mais um que ainda hoje é tão bonito como os seus "irmãos" mais novos, é dizer, as versões mais recentes. Em preto ou cinza, tal como gosto.

Adoro, adoro, adoro. O "sonho" do meu 2016 que por aí vem. Vou tirar a carta de condução e sentia-me uma sortuda se os meus pais me oferecessem semelhante coisinha linda. Moderno por fora, tecnológico por dentro. Cinza ou preto, mais uma vez, e também branco. Lindo, Não se esqueçam, papás, para um ano é um destes para mim, ok?

A mais recente versão. Tem muitos traços do anterior, ainda que ache a traseira do carro demasiado simples para a essência que eu acho que faz parte do VW Golf. Mas também gosto muito. Branco, preto ou cinza (para não variar), ou vermelho! Já o vi ao vivo nesta última cor algumas vezes e acho super elegante. 

Como pequeno comentário e conclusão, eu acho que o VW Golf é para todas as idades e épocas, Ainda que não seja o mais recente, qualquer modelo destaca-se nas estradas. É um autómovel a um preço acessível (existem carros mais baratos, mas a relação preço-qualidade compensa), de banqueiros ou empregados fabris. É dos modelos mais versáteis existentes no mercado.
20:06 No comentarios
Tortilla de patata. Tortilha de batata. É o que quiserem chamar, mas eu sempre me pronuncio à española, ja que esta iguaria é típica da tierra de Cervantes.
Hoje atrevi-me a cozinhá-la sozinha. Sem a Mãe, só eu e a tortilla. Até que nem ficou nada mal, o aspeto não é dos melhores, mas o sabor marca presença.

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20:42 No comentarios
O domingo foi dia de deixar o céu cinzento e a chuva que por cá caía e rumar à nossa vizinha Espanha para um cenário muito branco e frio... neve!
Primeiramente, ainda se colocou a hipótese de rumar à Serra da Estrelas, mas, pelo menos, dois motivos fizeram que isso não tivesse acontecido:
- a Serra de Estrela tem sempre o mesmo ritmo, ou se vai para o Ski, ou então é uma valente "seca";
- a probabilidade de ter estradas cortadas ao trânsito e uma grande afluência de gente era muita.
Disse adeus à serra portuguesa e fui à Galiza, à vizinha querida, rumar por aldeias históricas, algumas quase desertas, num cenário ideal, saído de filmes, em alguns lugares que considero mágicos.
Não apanhei afluência, muito menos trânsito e estradas com neve. Limpa-neves de meia em meia hora, tudo muito tranquilo.
Foi desfrutar de tudo um pouco, até de cair numa subida e ficar sem sentir o rabinho por uns minutos (só a mim me acontece semelhante) e até a oportunidade de tomar café numa esplanada tive! Pena que o café tenha ficado frio em pouco tempo, é que a conversa estava tão boa que quando fui a pegar na chávena... estava fria!



(... Fanta fresca em poucos minutos, num frigorífico natural...)



Na viagem de regresso, faz-se um cambio repentino de planos e fomos dar uma espreitadela a Montalegre, Já faziam muitos anos desde que não visitava esta terra transmontana e voltei. Voltei e gostei.
Montalegre estava pintada de branco, no cimo do seu monte erguia-se o castelo e de lá se podia maravilhar belas paisagens rurais, brancas, muito pitorescas. E se na terra de bruxas estamos, uma bruxa terá de se trazer como recordação e, claro, lá tive eu um motivo para comprar mais um íman, para somar à minha coleção, que começou há menos de um ano e já conta com 14.




21:50 No comentarios
Cara Economia,
Eu sei que entraste na minha vida porque fui eu que quis que isso acontecesse. Na verdade, foi uma escolha quase às cegas, mas não me arrependo! Adoro-te, és complexa, fazes pensar, estar atento e, sobretudo, a ter uma atitude crítica perante as notícias que nos surgem pelos meios de comunicação social.
Sei que ainda me vais ensinar muito, que me vais queimar neurónios, mas desde já te digo: estás perdoada! Chamam-se estranha quando digo que gosto de ti, mas eu sou feliz assim, com balanças comercias, taxas de cobertura, operações de câmbio, orçamentos de Estado, políticas económicas e comerciais,...
É certo que me acompanharás durante toda a vida e, por isso mesmo, concluo isto com uma frase que eu acho super estúpida e tão catita, ao mesmo tempo. Tu sabes, só podia ter vindo do Pimpolho: "Faz-te a febra, amigo!" - eu vou-me fazer a ti, porque na próxima semana vais-me testar no comércio e relações internacionais!

09:30 No comentarios

Alegre. Divertido. Inspirador. Energético. Faz sonhar, Faz sorrir. Deixa-nos sincronizados nos passos. Dançamos. Apresenta o ritmo de Kizomba ao mundo através de certos bailarinos. Cantamos. Aumenta a autoestima. Podia estar a tentar definir o tão desejado videoclip do Pablo Alborán. Bem que poderia escrever muitas palavras, mas não conseguiria defini-lo no seu todo.
Já perdi a conta às vezes que já o ouvi e o momento que mais me "encanta" é o Pablo levantar-se e começar a dançar. Admito, tive que tomar uns quantos litros de oxigénio para não me acontecer algo ruim ao ver semelhante. O rapaz não é nada pé de chumbo, afirmo eu convictamente.
O videoclip diz tudo e, por isso mesmo, não me pronuncio mais neste post.

18:18 No comentarios
Hoje é a dita "Blue Monday", ou seja, o dia mais deprimente do ano, segundo estudos realizados. Têm mesmo a certeza do que estão a dizer? Hoje fartei-me de me rir e de passar bons momentos com amigos, não me senti nada deprimida, ainda mais o dia não teve chuva!
Explain me!!
22:01 No comentarios
Quando se está num grupo apenas de raparigas, é normal que um dos temas de conversa sejam os amores e desamores, os namoros e tudo o que esteja relacionado com o amor. Quando isto acontece a mim, sinto-me muito estranha. Sou a mais diferente de todas. Diferente em quase tudo. Opiniões distintas, pontos de vista diferentes, muitas vezes defendendo a parte masculina quando acho que têm razão.
Ouço de tudo. "Ofereceu-me um peluche", "Deu-me a tal almofada do coração". Muito bem, alguém que me diga: onde está o romantismo nestas coisas? Eu, muito sinceramente, não acho nada romântico oferecer este tipo de coisas. Tudo isto não passa de meros produtos criados como mais uma forma de se ganhar dinheiro, de se incentivar ao comércio e não ao apelar dos sentimentos verdadeiros.
Um "Amo-te" tem de sair da boca e não sair escrito numa almofada ou num peluche. De que vale dar mil e um objetos a dizerem frases "fofas", quando na realidade o que acontece é a inexistência do sentimento em si?
Ao dizer este meu ponto de vista com amigas, chamam-me estranha e dizem que não sou uma pessoa nada romântica. Sou feita de pedra e gelo, dizem.
Aliás, até dizem que é "normal" os rapazes terem ciúmes. Ciúmes existem, eu sei. Então é normal que se tenha ciúmes, por exemplo, quando se pergunta a um colega de turma qual é o tpc de uma dada disciplina? Quando simplesmente estás a dar "duas tretas" aos amigos?  É motivo para se ter ciúmes? Para se discutir e chegar ao ponto de se tratarem "abaixo de cão"? Poupem-me. Por favor, isto chega mesmo ao nível do absurdo, segundo a minha perspetiva.
Se isto é amor, então eu devo viver num mundo totalmente desconhecido. Devo mesmo. Já estou como os nossos irmãos brasileiros, "poxa a vida"! Eu estou em total desacordo.
Sou das poucas do meu grupo de amigas que não namora. Não namoro, nem tenciono fazê-lo tão cedo. Sinto-me tão bem amando-me a mim mesma. Não faz parte dos meu objetivos de vida relacionar-me com a primeira alma masculina que esteja interessado em mim. Nada disso.
Ainda que seja uma pessoa que, por natureza, tenha pouca paciência, nesse aspeto eu sou muito, mas mesmo muito paciente. Não é por ver quase todos os meus amigos a namorar que irei me atirar ao primeiro que me aparecer à frente. Nem irei "produzir-me" mais para atrair as atenções de alguém. Gosto tanto de ser discreta, como é que vou rumar para esse caminho? Impossível.
Primeiramente, há que amar-nos a nós mesmos mais que tudo e a seguir amar alguém. Mas ao amar, amar alguém que nos respeite tal como somos, que conheça os nossos defeitos e, mesmo assim, ame-nos da forma como somos. Que seja um cúmplice, um ser ao qual podes contar seja o que seja que irá respeitar, que irá dizer a sua perspetiva em vez de dizer sempre "Amén" só porque fica bonito. Que nos diga o que está mal quando nós não conseguimos ver. Que nos faça sentir especiais, que confie em nós o suficiente para não ter ataques loucos de ciúmes. Com atos deve demonstrar o amor, não com raminhos de flores e caixas de chocolates. Objetos devem ser complementos e não prioridades, não o " obrigatório fazer".
O amor vem quando quiser e não quando nós queremos. Simplesmente não podemos fazer uma chamada a ele e marcar um dia e hora para a sua visita. É algo que não se compra nem se descobre. Simplesmente vem, permanece, ainda que disso possam advir dificuldades para se chegar à profundidade do sentimento.


22:01 No comentarios

Ora aqui está a certeza de que o tão desejado videoclip chegará muito, mas muito em breve! Cinco dias, é hora de iniciar a contagem até ao dia 20 para ver semelhante preciosidade. O making of demonstra um pouco do que nos espera e eu, sinceramente, gostei, ainda que tenha notado uma publicidade indireta aos produtos da Samsung. 
Sim, todos os atores, inclusivé o Pablo, usam produtos Samsung e, que eu saiba, o telemóvel dele é um Iphone e não um Samsung! Mas tudo bem, vai resultar com certeza, eles irão aumentar as vendas.
Voltando ao ponto relevante de tudo isto, o videoclip de "Pasos de cero" será sinónimo de alegria e boa disposição, de amizade, que apela a que a homofobia deixe de pertencer ao ser humano. Por isso mesmo, é que toda esta obra irá revolucionar. 
Eu acredito e espero. Espero pelo videoclip e que a mensagem implícita que o videoclip transmite seja absorvido por todos. Todos, sem exceções.
20:09 No comentarios
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Andreia Barbosa. 20 anos. Uma cidadã deste mundo desconhecido.

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